sábado, 20 de outubro de 2012

Bob Marley



Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer.

-Bob Marley

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O "amor" se transforma...

O "amor" é um sentimento que pode se transformar em muitas outros. O nosso, por exemplo, já foi mágoa, tristeza, rancor; alegria, companheirismo, cumplicidade e afins.

Nosso amor foi se transformando em algo indefinível. Dele, só sabíamos que já não era "amor"...

Até que, um dia, depois de muitos aborrecimentos, percebemos que ele havia se transformado em "respeito, carinho e cuidado". 

E amar, então não foi em vão...



POR VOCÊ, COM VOCÊ E PRA VOCÊ! SEMPRE!!!
Luv Ya... 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Meu coração tem um novo dono...


Sim!
Depois de um tempo largado a esmo, meu coração tem novo dono! E não é qualquer um... 
É alguém que me conhece há bastante tempo, conhece minhas qualidades e meus defeitos e me aceita mesmo assim; 
É alguém que já ocupou o posto antes, mas passou ‘o bastão’ a outros alguéns e esses não souberam cuidar direito do meu coração... 
É alguém que sabe que tenho gostos estranhos - que sou estranha - e se diverte com isso; 
É alguém que entende minha falação e meu silêncio e está comigo ‘numa boa’ nesses dois momentos sem reclamar... 
É alguém que conhece o significado do ‘picolé de jabuticaba’, conhece meus ‘esconderijos’, meus pontos fortes e também os fracos e não os usa contra mim... 

O bacana dessa ‘segunda nomeação’ é que foi espontânea, sem cobrança ou pressão... Assumir o posto foi natural! Talvez pela maturidade que nos encontramos agora. E depois de muito pensar, tenho certeza que dessa vez é pra sempre... PRA SEMPRE!!!
 
O novo dono do meu coração SOU EU!
 
Inspirado nos versos de 'Monoico' - Nando Reis
 
“Mas você, a quem pertence?
Você pertence a você!”
 

Tem uma hora que precisamos assumir o controle de nossas vidas.
Nunca coube a mim o papel da mocinha romântica que buscava o ‘príncipe encantado’. Sempre busquei pessoas reais no meu mundo real. E no mundo real as pessoas possuem defeitos, mas quando nos apaixonamos por alguém, temos a tendência de fecharmos os olhos para esses defeitos e enxergarmos só o que é bom ou o que nos agrada. Criamos a expectativa de que o outro vai mudar. E isso não acontece... E vamos nos frustrando e depositando culpa no outro e o que era para ser real e bacana se torna insustentável se não mudarmos a nossa visão. (Repito: A nossa visão) Meu último relacionamento acabou assim... Um jogando culpa no outro pelos defeitos que já possuíam e que não soubemos aceitar em nossa convivência... (entre tantas outras coisas mais... L), mas, enfim... acabou!
Passei meses vivendo comigo para tentar me entender melhor. O que eu tinha de tão ruim? Enfiei o dedo nas minhas feridas, aceitei os meus defeitos pra ver quais poderiam ser aniquilados e quais seriam levados comigo por toda a minha vida. Foram meses bacanas... Doeu pra caramba rever algumas lembranças, ouvir opiniões de amigos e parentes, mas... Fui ficando forte e tomando conta da minha vida! Sim! Da minha vida e do meu coração!
Não choro mais por aquilo que passou. É passado! Quero novidades, mesmo que com pessoas conhecidas! Estou mais compreensiva, vivendo sem expectativas em todos os campos da minha vida. Sei o que posso e o que não posso oferecer a quem quer que venha caminhar comigo...
 
‘Ser dono do meu coração’ parece coisa daquele livro de autoajuda “Quando me amei de verdade”, e é bem isso mesmo – apesar de nunca ter lido o livro... Aprendi a gostar de mim!!!
 
E para finalizar, queria deixar registrado aqui algo que me fez rir muito enquanto escrevia esse texto... Tenho uma filosofia ‘estranha’ referente a “amor” e seu “órgão humano representativo”.  Pra mim, o sentimento deveria estar ligado ao fígado e não ao coração, pois toda vez que tenho uma decepção amorosa (hihihi) é como se tivessem arrancado e mastigado meu fígado, nunca meu coração... A sensação é de ressaca mesmo... kkkk Portanto, quando estiver ‘amando’ novamente, escreverei aqui que estou amando de todo o meu fígado! J

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Tudo muda o tempo todo no mundo...

COMO UMA ONDA (Lulu Santos)

Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Nada do que foi será
De novo do jeito
Que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Vontade de escrever... parte II

Duas coisas me motivam a escrever: a felicidade e a incerteza. Tenho vivido momentos bastantes felizes, mas que foram interrompidos por algumas incertezas que cruzaram meu caminho. A vontade de transformar em textos - em prosa ou poesia - esses dois sentimentos continuam, mas o quarto também continua intransitável! Espero terminar a "mudança" até amanhã...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Vontade de escrever...

Tenho sentido uma vontade enorme de escrever! Tenho lido muitas coisas que andam me inspirando! Conheci novos blogs (a maioria, portugueses) que me têm feito refletir muito. Escreverei...

... mas não agora, pois resolvi por meu quarto abaixo e jogar fora tudo o que não me serve mais!

(Espero que sobre algo...)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Livros lidos durante as férias...

Ontem ganhei um livro: "Mitologia: Histórias de Deuses e Heróis", da série 'O livro de ouro'. Será minha próxima leitura! 2012 começou, no quesito leitura, a todo vapor, uma vez que, já li 2 livros. A escolha foi 'meio' por falta de opção, uma vez que só havia levado "Comer Rezar Amar' e o li em uma só  semana de dezembro, enquanto estava de repouso por conta do meu dedo quebrado... Minha prima Vithória gosta bastante de ler e peguei os primeiros livros dela que estava ao alcance de minhas mãos... 
"Querido Jonh", de Nicholas Sparks. Foi adaptado para o cinema e eu nem sabia... Gostei! A trama me prendeu! Torci para que Savannah ficasse com Jonh, mas...
"A última música", do mesmo autor (descobri que ele é o autor queridinho das adolescentes do mundo!), que também foi adaptado para o cinema (Nicholas também é o queridinho dos estúdios hollywoodianos) com a estrela teen Miley Cyrus. Esse livro me arrancou lágrimas e mais lágrimas! Dava pra encher um balde de tanto que chorei... 
Nicholas escreve suas histórias tendo como alicerce as relações familiares - ou a falta delas. Há sempre uma personagem doente. E a doença faz com que as personagens repensem suas vidas...
Nos últimos meses convivi com uma pessoa com câncer de estômago, mesma doença de Steve, pai de Ronnie, personagem principal de "A última música". A descrição da doença avançando foi exatamente como eu presenciei. E, assim como o pai de Ronnie, a pessoa real da minha vida optou por não viver a doença nem as mazelas que ela traz. Demorei, mas entendi que querer ficar longe e isolado também é uma demonstração de amor. Talvez uma demonstração maior do que me querer por perto. Como muitas vezes ele me disse, querer isso seria puro egoísmo...
No mesmo dia que finalizei a leitura do livro, esse alguém foi ao meu encontro para comemorar comigo - talvez pela última vez - o meu aniversário. Encontrou-me com os olhos inchados de tanto chorar. Perguntou-me o motivo: menti pela última vez... Joguei a culpa na 'crise do primeiro ano da minha quarta década de vida', ele me sorriu, talvez pela última vez...
E passamos 3 dias fazendo juntos várias coisas que amigos fazem juntos. Talvez pela última vez...

Durante esses 3 dias, fui meio Ronnie - da metade do livro pra frente - inclusive nas mechas roxas no cabelo...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Viva o ANO NOVO!!!

E não é que mais um ano começou?

Eu simplesmente ADORO Reveillon! Há duas datas festivas no ano que me encantam: Reveillon e meu aniversário! Ao contrário da maioria das mulheres, adoro comemorar meu aniversário e não tenho problema nenhum com minha idade. Completarei 31 aninhos daqui a 5 dias; mas a virada do ano, pra mim, é algo muito mágico! Preciso estar na praia e, se for em Ilhabela – onde os navios apitam a meia-noite –, melhor ainda! Penso na roupa que vou usar nesse momento, não como aves (porque elas ciscam pra trás), pulo 7 ondas, tomo um espumante direto da garrafa (que virou tradição familiar), tudo que é mandinga pra trazer sorte, eu faço! Depois choro; nunca sei o porquê, mas sempre acabo chorando...

Ano passado, escolhi vestir laranja, pois significa ‘mudança’ e eu desejava algumas, principalmente em minha vida profissional, mas acho que não fui clara o suficiente em meu pedido. Muitas coisas realmente mudaram, mas não do jeito que eu gostaria. Esse ano, para não correr o risco de má interpretação pelo “Cosmos”, vesti-me de amarelo e dourado. Não quero amor, não paixão, não quero mudanças! Em 2012 quero DINHEIRO! Quero trabalhar muito e merecer cada centavo, mas quero poder gastar esses centavos para viajar e conhecer novos lugares, sair com amigos e conhecer novos sabores, quero me presentear... Quero investir em mim, meu maior e mais valioso patrimônio...

Pois bem. Tomei um banho caprichado com alecrim e sálvia (pra tirar as energias ruins do ano que se findava, famosa “URUCA”), vesti minha roupa amarela e branca, coloquei meus ‘badaluques’ dourados (que comprei única e especialmente para a ocasião, pois não uso dourado de jeito nenhum), caprichei na maquiagem em tons de marrom e dourado, arrumei o cabelo, que ainda continua roxo (que, aliás, favorece a troca de energia negativa pela positiva – como eu disse, preparo-me com antecedência para esse momento), jantei com a família e...

Choveu! Choveu muito! Muito mesmo! Muito mais que na virada de 2009/2010! Choveu tanto que não foi possível ir à praia ver a queima de fogos. Quase não conseguimos sair de casa! Como minha casa fica cercada pelas montanhas da ilha e, por isso, não veríamos nada da queima dos fogos (só ouviríamos o barulho), subimos para casa da minha tia de onde pudemos ver (?!?!?) de alguma forma, parte da festa que mesmo com toda a chuva acontecia à beira mar. Ouvi os navios apitares. MÁGICO! Abrimos os espumantes e as garrafas foram passando de mão em mão, de boca em boa, cumprindo, assim, a tradição da “Família Lorena”, agora com seus novos membros! Na varanda da casa de minha tia, do alto da colina, de onde via a escuridão ser interrompida por um ou outro fogo de artifício que clareava o canal de São Sebastião, fiquei inerte, esperando que o choro tomasse conta de mim para que a passagem de um ano ruim para um ano novo que começara há poucos minutos se fizesse completo, mas...

Não aconteceu! Nem uma lágrima! O que tomou conta de mim foi uma vontade imensa de gritar boas vindas àquele lindo ano que se iniciara há tão pouco tempo e eu já gostava tanto dele! Agradeci por todas as lágrimas derrubadas durante 2011, pelos momentos bons que vivi, pelos amigos que eu fiz, pelos que reencontrei, pelas pessoas ruins que saíram da minha vida. Só consegui agradecer. E rir...

E me lembrei de algo que um amigo meu sempre me dizia: “Criar expectativas só serve pra gente se frustrar mais rápido com o mundo.” Hoje, ficou claro isso! Se eu acreditasse que a chuva tinha posto fim a tudo o que eu havia planejado, não teria ‘sentido a verdadeira passagem de ano’. Não quero deixar de fazer planos, mas se eles não se concretizarem, ‘tudo bem’! Outras coisas acontecerão e serão tão bacanas quanto ou, às vezes, até mais do que o que foi idealizado. E eu sou capaz de sobreviver a isso...

Quando voltei pra casa, enquanto eu tirava a maquiagem, pensava nas minhas “promessas de Ano Novo”.  Novamente, comecei a rir! Promessas??? O que posso prometer? Olhei-me no espelho, bem nos meus olhos e disse:

- Prometo que esse ano será muito melhor e mais leve para você do que foi o ano que acabou, ok? E eu serei a única responsável por isso, ok? Sem expectativas, ok?

E ri...

MAIS UMA VEZ, FELIZ 2012 PARA TODOS NÓS!